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quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Quando eu estiver velhinha
"Quando eu estiver velhinha, vou morar um pouco com cada filho, e dar a eles tantas alegrias... Do jeito que eles me deram.Quero retribuir tudo o que desfrutei deles fazendo as mesmas coisas.Oh, eles vão adorar!
Escreverei nas paredes com lápis de cores diversas,
pularei nos sofás de sapatos e tudo. Beberei das garrafas
e as deixarei vazias e fora da geladeira, entupirei de papel
os vasos sanitários; como eles ficarão bravos com isso!
(Quando eu estiver velhinha e for morar com meus filhos)...
Quando eles estiverem ao telefone e não puderem me alcançar, vou aproveitar para brincar com o açúcar ou com a água sanitária.
Eles vão balançar suas cabeças e correr atrás de mim.Mas, eu estarei escondida debaixo da cama.
Quando me chamarem para o jantar que eles prepararam,
não vou comer as verduras, as saladas ou a carne, vou engasgar com o quiabo e derramar leite na mesa, e quando se zangarem, corro ― se for capaz!
Sentarei bem perto da TV e vou mudar de canal o tempo todo.
Tirarei as meias pela sala e perderei sempre um pé; e vou brincar na lama até o final do dia.
E mais tarde, à noite, já deitada, vou agradecer a Deus por tudo, fechar meus olhinhos para dormir, e meus filhos vão olhar para mim com um meio sorriso e vão dizer:
― Ela é tão doce quando está dormindo!"
O Arroz de Palma - Família é um prato difícil de preparar...
Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo.
Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência.
Não é para qualquer um.
Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir.
Preferimos o desconforto do estômago vazio.
Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio.
Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite.
O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares.
Súbito, feito milagre, a família está servida.
Fulana sai a mais inteligente de todas.
Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade.
Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo.
Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante.
Aquele o que surpreendeu e foi morar longe.
Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente
E você? É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia.
Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa?
O que nunca quis nada com o trabalho?
Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do grau comparativo.
Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero.
Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados.
Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola.
Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona.
E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.
Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco.
Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.
Atenção também com os pesos e as medidas.
Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre.
Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido.
Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher.
Saber meter a colher é verdadeira arte.
Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.
O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita.
Bobagem. Tudo ilusão. Não existe “Família à Oswaldo Aranha", "Família à Rossini”, Família à “Belle Meunière” ou “Família ao Molho Pardo” em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria.
Família é afinidade, é “à Moda da Casa”.
E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.
Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas.
Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de “Família Diet”, que você suporta só para manter a linha.
Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo.
Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.
Enfim, receita de família não se copia, se inventa.
A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia- a -dia.
A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel.
Muita coisa se perde na lembrança, principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu.
O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer.
Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas.
Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo.
Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete."
terça-feira, 28 de setembro de 2010
A cor do mundo

O ancião descansava sentado num velho banco, à sombra de madeira à sombra de uma árvore, quando foi abordado pelo motorista de um automóvelque estacionou ao seu lado:
- Bom dia!
- Bom dia! Respondeu o ancião.
- O senhor mora aqui?
- Sim, há muitos anos...
- Venho de mudança e gostaria de saber como é o povo daqui.Como o senhor vive aqui a tanto tempo, deve conhecê-lo muito bem.
- Sim, há muitos anos...
- Venho de mudança e gostaria de saber como é o povo daqui.Como o senhor vive aqui a tanto tempo, deve conhecê-lo muito bem.
- É verdade, falou o ancião. Mas, por favor, me fale antes da cidade de onde vem.
-Ah! È ótima. Maravilhosa! Gente boa, fraterna...Fiz lá muitos amigos. Só a deixei por imperativos da profissão.
- Pois bem , meu filho. Esta cidade é exatamente igual. Vai gostar daqui.O senhor é um homem de sorte, meu filho. Esta cidade é exatamente igual a sua. Vai gostar daqui!
O forasteiro agradeceu e partiu.
Minutos depois apareceu outro motorista e também se dirigiu ao ancião.
-Estou chegando para morar aqui. O que me diz do lugar?
O ancião, lançou-lhe a mesma pergunta: - Como é a cidade de onde vem?
- Horrível! Povo orgulhoso, cheio de preconceitos, arrogante! Não fiz um único amigo naquele lugar horroroso!
- Horrível! Povo orgulhoso, cheio de preconceitos, arrogante! Não fiz um único amigo naquele lugar horroroso!
- Sinto muito, meu filho, pois aqui você encontrará o mesmo ambiente...
Todos vemos no mundo e nas pessoas algo do que somos, do que pensamos, de nossa maneira de ser.
Moral da história: O exterior estará sempre refletindo o que levamos no interior
terça-feira, 9 de março de 2010
Lenda do algodão

Era uma vez...
Uma pequena aldeia onde o dinheiro não entrava.
Tudo o que as pessoas compravam tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado.
A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a amizade.
Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílios, dava seu CARINHO.
O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão.
Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos sem querer nada em troca.
As pessoas davam seu CARINHO, pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou em outro dia.
Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.
Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA da cidade desapareceu.
Surgiram a ganância, a desconfiança, o primeiro roubo, o ódio, a discórdia, as pessoas se xingaram pela primeira vez e passaram a ignorar-se pelas ruas.
Como era o mais querido da cidade, o garoto foi a primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO.
Isto fez o menino procurar a velha para perguntar-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia.
Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão: pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO.
A todos que dava CARINHO, apenas dizia:
“Obrigado por receber meu carinho”.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta.
Sem que tivesse novamente tempo de sentir-se sozinho e triste alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO.
Um outro fez o mesmo...
Mais outro...
E outro...
Até que a aldeia voltou ao normal!
Jesus Cristo também não nos pediu nada material...
Apenas pediu isto:
“...Amem uns aos outros como Eu amo vocês.” João 15:12
E este foi meu floquinho diário de algodão para vocês!
Bjs do meu para o seu coração
sábado, 23 de janeiro de 2010
“A Diferença da Igualdade”

Por que me olhas assim?
Achas que sou diferente?
São os meus olhos?
Os meus cabelos?
Ou seria meu rosto inocente?
Tens medo de mim?
Não tenhas medo,
Chega bem perto,
Conversa comigo,
Ouve o que tenho a dizer,
E vê tudo o que sei fazer,
Minha alma é pura,
Meus sentimentos são sinceros,
Posso ter dificuldades,
Mas quem não as tem?
Tenha a certeza que tenho muitas habilidades,
Perfeição!?
Imperfeição!?
Não existem, pois somos filhos de um mesmo Deus,
Por que me olhas assim?
Achas que sou diferente?
Não percebes que tenho um coração como o teu,
Que pulsa e bate forte,
Que tem desejos e anseios,
Sonhos e fantasias,
Que também quero seguir pela estrada da vida,
Acertando, errando e aprendendo,
O caminho é longo,
Mas estou disposto a seguir em frente,
Pois desconheço o preconceito,
E aprendi que sou igual na diferença,
Ou diferente na igualdade,
Onde encontrei a felicidade,
E aprendi que sou gente!
Que mereco viver a vida como toda gente!
Patricia Montenegro
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
A Estrela Verde


"Era uma vez milhões de estrelas no céu...
Havia estrelas de todas as cores:
brancas, azuis, prateadas, douradas, vermelhas..."
Um dia, elas procuraram o Senhor Deus - todo poderoso.
O Senhor do Universo, e lhe disseram:
Gostaríamos de viver na terra, entre os homens.
Assim será feito - respondu o Senhor.
Conservarei todas vocês pequeninas como são vistas.
Podem descer a Terra.
Conta-se que, naquela noite, houve uma linda chuva de estrelas na Terra,
algumas se aninharam nas torres das igrejas, outras foram brincar de vaga-lumes nos campos, outras se misturaram nos brinquedos das crianças, e a Terra ficou maravilhosamente iluminada. No entanto, passado algum tempo, as estrelas resolveram abandonar os homens e voltar para o céu, deixando a Terra escura e triste.
_ Por que vocês voltaram? _ Perguntou Deus, à medida que elas iam chegando no céu.
_ Senhor, não nos foi possivel pertencer a Terra. Lá existe muita miséria, muita violência, muita maldade, muita doença, muita injustiça, muito desamor...
E o Senhor lhe disse:
_É claro. O lugar de vocês é aqui no céu. A Terra é o lugar daquilo que passa, daquele que cai, daquele que erra, daquele que morre; e lá nada é perfeito. O céu é o lugar da perfeição, do imutável, do eterno, onde nada perece.
Depois que todas as estrelas tinham chegado. Deus conferiu o número delas.
A seguir falou-lhe de novo.
_Mas está faltando uma estrela. Acaso se terá perdido pelo caminho?
Um anjo que estava por perto falou:
_Não, Senhor, uma estrela resolveu ficar entre os homens. Ela descobriu que o seu lugar é exatamente lá, onde há muita luta e dor.
_ Mas que estrela é esta? _ Voltou Deus a perguntar.
_ É verde, Senhor. è a única estrela de cor.
Então, quando olharam para a terra, a estrela não estava só. A Terra estava toda iluminada novamente, porque havia uma estrelinha verde no coração de cada pessoa. Porque a esperança é própria da pessoa de bom coração. Ela é a mais humana das estrelas. É própria daquele que erra, daquele que tropeça, daquele que falha, mas que apesar dos desenganos, desencantos, e sonhos desfeitos, acredita num tempo de novas esperanças, de "Novos Céus e novas Terras".
Movendo montanhas

Jim Stovall
Havia nos Andes duas tribos em guerra. Uma vivia na parte baixa; a outra, na parte alta das montanhas.
Um dia, a parte baixa foi invadida pelos povos do alto, que, além de saquearem os inimigos, raptaram um bebê e o levaram para as montanhas.
Os povos da parte baixa não conheciam os caminhos usados pelos povos da montanha. Não sabiam como chegar ao alto, como chegar aos inimigos ou rastrear seus passos pelos terrenos escarpados.
Mesmo assim, enviaram seus melhores guerreiros para subir a montanha e trazer a criança de volta.
Os homens tentaram diferentes métodos de escalada. Primeiro um caminho, depois outro. Após vários dias de esforços, não tinham subido nem quinhentos metros.
Sentindo-se impotentes e sem esperança, os homens da parte baixa consideraram a causa perdida e se prepararam para voltar para sua cidade.
Enquanto arrumava o equipamento para a descida, viram a mãe do bebê andando na direção deles. Perceberam que ela estava descendo a montanha que eles não tinham conseguido subir.
E então descobriram que o bebê estava amarrado às costas da mulher. Como era possível?
Um dos homens a saudou, dizendo: "Nós não tivemos êxito em subir a montanha. Como você chegou ao alto se nós, os homens mais fortes e capazes da cidade, não conseguimos?"
Ela encolheu os ombros e respondeu: "É que não era o filho de vocês que estava lá."
O poço e a pedra

Um monge peregrino caminhava por uma estrada quando, do meio da relva alta, surgiu um homem jovem de grande estatura e com olhos muito tristes.
Assustado com aquele aparecimento inesperado, o monge parou e perguntou se poderia fazer algo por ele.
O homem abaixou os olhos e murmurou envergonhado: "sou um criminoso, um ladrão. Perdi o afeto de meus pais e dos meus amigos. Como quem afunda na lama, tenho praticado crime após crime. Tenho medo do futuro e não sinto sossego por nenhum instante. Vejo que o senhor é um monge, livre-me então desse sofrimento, dessa angústia!"- pediu ajoelhando-se.
O monge, que ouvira tudo em silêncio, fitou os olhos daquele homem e alguns instantes depois disse: "estou com muita sede. Há alguma fonte por aqui?"
Com expressão de surpresa pela repentina pergunta, o jovem respondeu: "sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde. Tenho aqui, no entanto, uma corda que posso amarrar na sua cintura e descê-lo para dentro do poço. O senhor poderá tomar água até se saciar. Quando estiver satisfeito, avise-me que eu o puxarei para cima."
O monge sorrindo aceitou a idéia e logo em seguida encontrava-se dentro do poço.
Pouco depois, veio a voz do monge: "pode puxar!"
O homem deu um puxão na corda empregando grande força, mas nada do monge subir
Era estranho, pois parecia que a corda estava mais pesada agora do que no início
Depois de inúteis tentativas para fazer com que o monge subisse, o homem esticou o pescoço pela borda, observou a semi-escuridão do interior do poço para ver o que se passava lá no fundo.
Qual não foi sua surpresa ao ver o monge firmemente agarrado a uma grande pedra que havia na lateral.
Por um momento ficou mudo de espanto, para logo em seguida gritar zangado: "hei, que é isso? O que faz o senhor aí? Pare já com essa brincadeira boba! Está escurecendo, logo será noite. Vamos, largue essa rocha para que eu possa içá-lo."
De lá de dentro o monge pediu calma ao rapaz, explicando:
"Você é grande e forte, mas mesmo com toda essa força não consegue me puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra. É exatamente isso que está acontecendo com você. Você se considera um criminoso, um ladrão, uma pessoa que não merece o amor e o afeto de ninguém. Encontra-se firmemente agarrado a essas idéias. Desse jeito, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar nada."
"Tudo depende de você. Somente você pode resolver se vai continuar agarrado ou se vai se soltar. Se quer realmente mudar, é necessário que se desprenda dessas idéias negativas que o vêm mantendo no fundo do poço."
"Desprenda-se e liberte-se."
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Síndrome de Procusto

(sem menção do autor)
Na mitologia grega, um gigante chamado Procusto convidava pessoas para passarem a noite em sua cama de ferro. Mas havia uma armadilha nesta hospitalidade: ele insistia que os visitantes coubessem, com perfeição, na cama. Se eram muito baixos, ele os esticava; se eram altos, cortava suas pernas.
Por mais artificial que isto possa parecer, será que não gastamos um bocado de energia emocional tentando alterar ou "enquadrar" outras pessoas de formas diversas, embora menos drásticas?
Esperamos, com freqüência, que os outros vivam segundo nossos padrões e ideais, ajustando-se aos nossos conceitos de como eles deveriam ser. Ou então, assumimos a responsabilidade de torná-los felizes, bem ajustados e emocionalmente saudáveis.
A verdade é que grande parte dos atritos que existem nos relacionamentos acontecem quando tentamos impor nossa vontade aos outros - quando tentamos administrá-los e controlá-los.
De tempos em tempos, em graus variados, assumimos responsabilidades que não nos pertencem. Tentamos dirigir a vida das outras pessoas, com a intenção de influenciar tudo, desde a dieta até a escolha de roupas, decisões financeiras e profissionais. Tomamos partido e ficamos excessivamente envolvidos, até encontramos ou criamos problemas onde não existem para poder criticar e oferecer conselhos.
É preciso entender que ninguém muda até que deseje fazê-lo, esteja disposto a mudar e pronto, para tomar as atitudes necessárias para efetuar a mudança. E por este motivo que o resultado de nosso "procustianismo" é, contudo, sempre o mesmo. Estamos destinados a fracassar em nossos esforços para controlar ou modificar alguém, não importa o quanto sejam nobres nossas intenções. E estamos destinados a terminar num turbilhão - frustrados, ressentidos e cheios de auto-piedade.
E o que dizer das pessoas que tentamos orientar? Por outro lado, mostramos falta de respeito por seus direitos como indivíduos, privando-as da oportunidade de aprender através de suas próprias escolhas, decisões e erros. Em resumo, nosso relacionamento com aqueles com os quais declaramos nos preocupar profundamente torna-se desarmonioso e forçado.
Permita que os outros vivam sua vida, enquanto vivemos a nossa - viva e deixe viver.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Encontro

Encontro
Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus.
Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus.
Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto ele encheu sua mochila com pasteis e guaraná, e começou sua caminhada.
Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentando em um banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se junto dele, abriu sua mochila, e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então lhe ofereceu um pastel.
Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentando em um banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se junto dele, abriu sua mochila, e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então lhe ofereceu um pastel.
O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo,
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo,
então ele ofereceu-lhe seu guaraná.
Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino.
O menino estava muito feliz!
Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa,
Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino.
O menino estava muito feliz!
Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa,
mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho.
O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.
Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face.
"O que você fez hoje que te deixou tão feliz?"
Ele respondeu.
"Passei a tarde com Deus" e acrescentou: "Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi."
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e seu filho perguntou:
"Por onde você esteve que te deixou tão feliz?"
O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.
Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face.
"O que você fez hoje que te deixou tão feliz?"
Ele respondeu.
"Passei a tarde com Deus" e acrescentou: "Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi."
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e seu filho perguntou:
"Por onde você esteve que te deixou tão feliz?"
Ele respondeu.
"Comi pastéis e tomei guaraná no parque com Deus".
Antes que seu filho pudesse dizer algo ele falou:
"Comi pastéis e tomei guaraná no parque com Deus".
Antes que seu filho pudesse dizer algo ele falou:
"Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?"
Nunca subestime a força de um sorriso,
Nunca subestime a força de um sorriso,
o poder de uma palavra,
de um ouvido para ouvir,
um honesto elogio,
ou até um ato de carinho.
Tudo isso tem o potencial de fazer virar uma vida.
Por medo de diminuir deixamos de crescer.
Por medo de chorar deixamos de sorrir!!!
Portanto sorria!
Por medo de diminuir deixamos de crescer.
Por medo de chorar deixamos de sorrir!!!
Portanto sorria!
Como chegar ao amanhã

O pequeno Azul pergunta ao seu velho e sábio avô:
~
- Como chegar ao amanhã?
E o velho sábio responde:
Primeiro, para chegar ao amanhã, é preciso querer chegar lá ...
Em seguida, devemos escolher as pousadas aonde descansar e
refletir acerca do próximo caminho a percorrer.
Depois, a cada passo do caminho, perguntar o que fazer
com as pedras encontradas na estrada, nas margens e no horizonte.
Manter o olhar alternadamente no futuro e a um metro dos pés.
Finalmente e sempre:
- sentir e caminhar, caminhar e sentir, sentir e caminhar...'
Como o pequeno Azul, caminhando e, sobretudo, sentindo, chegaremos ao amanhã...
domingo, 26 de abril de 2009
Lições da Natureza: Obstáculos

Se um falcão for colocado em um cercado com um metro quadrado inteiramente aberto por cima, o pássaro, apesar de sua incrível habilidade de voar, será um prisioneiro. A razão é que um falcão sempre começa um vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar, permanecerá prisioneiro pelo resto da vida nessa cadeia sem teto.
O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso completamente plano, tudo que consegue fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se jogar.
Um zangão, se cair em um pote aberto, ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair através dos lados próximos ao fundo. Procurará uma maneira onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente, de tento se atirar contra o fundo do vidro.
Há pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo "acima."
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Deus Sabe

Um senhor de 70 anos viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem universitário , que lia o seu livro de ciências .
O senhor , por sua vez , lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos .
Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou :
O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices ?
Sim , mas não é um livro de crendices . É a Palavra de Deus . Estou errado ?
Respondeu o jovem :
- Mas é claro que está ! Creio que o senhor deveria estudar a Historia Universal . Veria que a Revolução Francesa , ocorrida há mais de 100 anos , mostrou a miopia da religião .
Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias . O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso .
É mesmo ? Disse o senhor.
E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia ?
- Bem , respondeu o universitário , como vou descer na próxima estação , falta-me tempo agora , mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência .
O velho então , cuidadosamente , abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário .
Quando o jovem leu o que estava escrito , saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba .
No cartão estava escrito : Professor Doutor Louis Pasteur , Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Cientificas da Universidade Nacional da França . “ Um pouco de ciências nos afasta de Deus . Muito , nos aproxima “.
Fato verdadeiro , integrante da biografia ocorrido em 1892 .
Que Deus abençoe imensamente
a sua vida, a sua família, o seu trabalho,
seus amigos, e todos aqueles que você
quer bem, afinal Deus sabe de todas as coisas.
Feliz Páscoa
domingo, 8 de março de 2009
A RATOEIRA

"Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
Procurou a galinha e contou o fato.
Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor,
mas não me prejudica em nada, não me incomoda."
"- Procurou o porco.
Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."
"- Procurou a vaca.
O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
Acho que não !"
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro,ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral.
O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
"O problema de um é problema de todos, quando convivemos em equipe
domingo, 1 de março de 2009
o valor das pequenas coisas

o valor das pequenas coisas
Aprenda a escutar a voz das coisas, dos fatos
E você verá tudo fala,
Como tudo se comunica contigo...
Em cada indelicadeza,
Assassino um pouco aqueles que me amam...
Em cada desatenção,
Não sou nem educado, nem cristão...
Em cada olhar de desprezo,
Alguém termina magoado...
Em cada gesto de impaciência,
Dou uma bofetada invisível
Em cada perdão que eu nego
Vai um pedaço do meu egoísmo...
Em cada ressentimento,
Revelo meu amor-próprio ferido...
Em cada palavra áspera que digo,
Perco alguns pontos no céu...
Em cada omissão que pratico,
Rasgo uma folha do evangelho...
Em cada esmola que eu nego,
Um pobre se afasta mais triste...
Em cada oração que não faço,
Eu peco...
Em cada juízo maldoso,
Meu lado mesquinho se revela...
Em cada fofoca que faço,
Eu peco contra o silêncio...
Em cada pranto que enxugo,
eu torno alguém mais feliz...
Em cada ato de fé,
eu canto um hino à vida...
Em cada sorriso que espalho,
eu planto alguma esperança...
Em cada espinho que finco,
Machuco algum coração...
Em cada espinho que arranco,
Alguém beijará minha mão...
\Em cada rosa que oferto,
Os anjos dizem: “ Amém”...
ESSA ROSA É PRÁ VC
CORAÇÕES DISTANTES

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
"-Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
"-Gritamos porque perdemos a calma" - disse um deles.
"-Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?"
- questionou novamente o pensador.
"-Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça",
retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar: "
-Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente.
E por quê?
Porque seus corações estão muito perto.
A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam,somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas."
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
Quando você for discutir com alguém, lembre-se que o coração não deve tomar parte nisso.
Se a pessoa com quem discutimos não concorda com nossas idéias, não é motivo para gostar menos dela ou nos distanciar, ainda que por instantes.
A jovem discípula

A jovem discípula acercou-se do mestre e, ruborizando-se, pediu-lhe que falasse do amor. O Sábio sorriu, e, desculpando-se, perguntou-lhe o que ela considerava como sendo o amor. Emocionando-se, a aprendiz explicou:Compreendo o amor, como sendo a ânsia que experimentam as praias, que aguardam os beijos sucessivos das ondas contínuas do mar.
Como a sofreguidão que tem a raiz de introduzir-se no solo, a fim de sustentar a planta. Como a expectativa da rocha que anela pela carícia do vento, embora se desgaste com isso. Como o desejo descomedido da terra crestada, pela generosidade da chuva.
Como a flauta aguarda pelo sopro que lhe arranca das entranhas a doce melodia. Como o barro esquecido pede ao oleiro que lhe dê forma e beleza. Como a semente que necessita despedaçar-se, para libertar a vida. Como a lâmpada apagada que exige a energia para brilhar.
O amor é o sangue novo para o coração e o vinho bom para aquecer a criatura, quando o frio lhe enregela a vida. Assim vejo e sinto o amor. - E vós, como vedes o amor?, perguntou a discípula ao mestre. O amor é o doce e compreensivo companheiro da criatura em todos os dias da sua vida. Quando se é jovem, o amor se apresenta, ardente e apaixonado, como no teu caso. Mas evolui com o passar do tempo. O amor é calmo e ameno. Não incendeia paixões; dulcifica-as.
Confundido com o desejo, permanece, quando este passa. Nunca se irrita; porque espera. Considerado como instinto, persiste, quando descoberto pela razão. Jamais perturba; pois que felicita e produz harmonia.
O amor é claridade que permanece; é pão que nutre; é vida que se irradia da vida. Mesmo quando não identificado, encontra-se presente, porque, sem ele, a vida não existe ou perderia o sentido de ser.
A jovem ardente empalideceu e, submissa à voz do amor, pediu ao mestre:Ensina-me a amar. Eu agora corro em busca do amor, sem dar-me conta que, em mim, ele se deve irradiar, abrangente, em todas as direções
Não te apresses no amor, e descobrirás que já começaste a amar, quando sentires necessidade de doar e doar-te sem desejares receber nada em retribuição.
O ser é mais importante do que o ter e o saber

Um executivo muito bem-sucedido e informado foi fazer um passeio turístico. Para a travessia de uma à outra margem do rio, alugou uma canoa que era conduzida por um pescador.Durante o percurso, o executivo perguntou ao pescador;
-Você sabe ler e escrever?
-Não, sou analfabeto - respondeu o pescador.
O executivo então lhe disse:
-Você está perdendo parte da sua vida por não saber ler e escrever.
E o pescador continuou o percurso. Mais adiante o executivo fez outra pergunta:
-Você entende de política?
-Não, senhor, pois nunca pude estudar - respondeu o pescador.
O executivo mais uma vez sentenciou:
-Você está perdendo uma boa parte da vida.
A canoa, continuando seu curso, bateu numa pedra.O pescador perguntou então ao executivo:
-O senhor sabe nadar?
-Não - respondeu ele desesperado .
O pescador tranquilamente completou.
-Pois então o senhor vai perder sua vida toda, pois a canoa está
afundando.
Atualmente nós nos preocupamos muito em estar bem informados,
fazer cursos, falar outras línguas. Tudo isso é importante, principalmente
no mundo de hoje, cheio de tantas informações, onde as coisas mudam
a cada segundo. Mas não podemos nos esquecer do essencial, das coisas
simples. De nada adianta sabermos tanto, termos tanto...e não sermos nada.
Muitas vezes somos como esse executivo: valorizamos muito o ter e o saber e desprezamos a essência do ser.
-Você sabe ler e escrever?
-Não, sou analfabeto - respondeu o pescador.
O executivo então lhe disse:
-Você está perdendo parte da sua vida por não saber ler e escrever.
E o pescador continuou o percurso. Mais adiante o executivo fez outra pergunta:
-Você entende de política?
-Não, senhor, pois nunca pude estudar - respondeu o pescador.
O executivo mais uma vez sentenciou:
-Você está perdendo uma boa parte da vida.
A canoa, continuando seu curso, bateu numa pedra.O pescador perguntou então ao executivo:
-O senhor sabe nadar?
-Não - respondeu ele desesperado .
O pescador tranquilamente completou.
-Pois então o senhor vai perder sua vida toda, pois a canoa está
afundando.
Atualmente nós nos preocupamos muito em estar bem informados,
fazer cursos, falar outras línguas. Tudo isso é importante, principalmente
no mundo de hoje, cheio de tantas informações, onde as coisas mudam
a cada segundo. Mas não podemos nos esquecer do essencial, das coisas
simples. De nada adianta sabermos tanto, termos tanto...e não sermos nada.
Muitas vezes somos como esse executivo: valorizamos muito o ter e o saber e desprezamos a essência do ser.
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