"De quem é essa menininha , foi Jesus que mandou, para alegrar o coração de quem ficou"
Vivian Dhara um presente do céu, minha grande amiga você é especial.
Sabes o quanto te amo? Até a lua indo e vindo.
A paz do mundo Começa em mim Se eu tenho amor, Com certeza sou feliz Se eu faço o bem ao meu irmão, Tenho a grandeza dentro do meu coração Chegou a hora da gente construir a paz Ninguém suporta mais o desamor
Paz pela paz - pela criança Paz pela paz - pela floresta Paz pela paz - pela coragem de mudar. Paz pela paz - pela justiça Paz pela paz - a liberdade Paz pela paz - pela beleza de te amar.
(repetir a 1ª estrofe)
Paz pela paz - pro mundo novo Paz pela paz - a esperança Paz pela paz - pela coragem de mudar. Paz pela paz - pela justiça Paz pela paz - a liberdade Paz pela paz - pela beleza de te amar.
Se tem bigodes de foca Nariz de tamanduá -Parece meio estranho, heim! -Rum! Também um bico de pato E um jeitão de sabiá...
Mas se é amigo Não precisa mudar É tão lindo Deixa assim como está E eu adoro, adoro Difícil é a gente explicar Que é tão lindo...
Se tem bigodes de foca Nariz de tamanduá -E orelhas de camelo, né tio? -É! Mas se é amigo de fato A gente deixa como ele está...
É tão lindo! Não precisa mudar É tão lindo! É tão bom se gostar E eu adoro! É claro! Bom mesmo é a gente encontrar Um bom amigo...
São os sonhos verdadeiros Quando existe amor Somos grandes companheiros Os três mosqueteiros Como eu vi no filme...
É tão lindo! Não precisa mudar É tão lindo! Deixa assim como está E eu adoro e agora Eu quero poder lhe falar Dessa amizade que nasceu Você e eu! Nós e você! Vocês e eu! E é tão lindo!...
-Tio! -Heim! -É legal ter um amigo, né? -É maravilhoso Mesmo que ele tenha Bigodes de foca E até um nariz de tamanduá -E orelhas de camelo tio, lembra? -Orelhas de camelo? -É tio! -É mesmo, orelhas de camelo! Mas é um amigo, não é? -É! -Então não se deve mudar!
Prá que mudar um amigo não é amiga?
Amigo é amigo...é amado assim do jeitinho que ele é.
O Caderno Chico Buarque Composição: Toquinho/Mutinho Sou eu que vou seguir você Do primeiro rabisco até o bê-a-bá Em todos os desenhos Coloridos vou estar A casa, a montanha, duas nuvens no céu E um sol a sorrir no papel
Sou eu que vou ser seu colega Seus problemas ajudar a resolver Te acompanhar nas provas bimestrais Você vai ver Serei de você confidente fiel Se seu pranto molhar meu papel
Sou eu que vou ser seu amigo Vou lhe dar abrigo Se você quiser Quando surgirem seus primeiros raios de mulher A vida se abrirá num feroz carrossel E você vai rasgar meu papel
O que está escrito em mim Comigo ficará guardado Se lhe dá prazer A vida segue sempre em frente O que se há de fazer
Só peço a você um favor Se puder Não me esqueça num canto qualquer
Era uma casa Muito engraçada Não tinha teto Não tinha nada Ninguém podia Entrar nela não Porque na casa Não tinha chão Ninguém podia Dormir na rede Porque na casa Não tinha parede Ninguém podia Fazer pipi Porque pinico Não tinha ali Mas era feita Com muito esmero Na rua dos bobos Número zero
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo. Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva, E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel, Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu. Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul, Vou com ela, viajando, Havai, Pequim ou Istambul. Pinto um barco a vela branco, navegando, é tanto céu e mar num beijo azul.
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená. Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar. Basta imaginar e ele está partindo, sereno, indo, E se a gente quiser ele vai pousar.
Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida. De uma América a outra consigo passar num segundo, Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo.
Um menino caminha e caminhando chega no muro E ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está. E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar, Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar. Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá. O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar. Vamos todos numa linda passarela De uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá). E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá). Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (que descolorirá).