
quinta-feira, 18 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Pensando em você- Pimenta do Reino
Esse video é em homenagem a uma garota mega especial
Vivian Dhara
FELIZ ANIVERSÁRIO PRÁ VC
Vivian Dhara
FELIZ ANIVERSÁRIO PRÁ VC
terça-feira, 9 de março de 2010

Conheci de tudo um pouco, das lágrimas aos sorrisos
e ambos me fizeram ser essa pessoa que sou hoje.
Ficaram as rugas no rosto e na alma,
mas também ficaram sorrisos em ambos.
Minhas rugas mais bonitas
são aquelas marcas de expressão
que eu adquiri por tanto sorrir,
muitas vezes, quando o coração chorava.
'Beijos do meu para o seu coração !
VAN'.*.''.*.'
Parabéns pela passagem do
Dia Internacional da Mulher
SÓ PARA MULHERES FENOMENAIS

Tem sempre presente que a pele se enruga,
o cabelo embranquece, os dias convertem-se em anos...
Mas o que é mais importante não muda;
A tua força e convicção não têm idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estiveres viva, sente-te viva.
Se sentes saudades do que fazias, volta a fazê-lo.
Não vivas de fotografias amarelecidas...
Continua, quando todos esperam que desistas.
Não deixes que enferruje o ferro que existe em ti.
Faz com que em vez de pena, te tenham respeito.
Quando não conseguires correr através dos anos,
Trota
Quando não consigas trotar, caminha.
Quando não consigas caminhar, usa uma bengala.
Mas nunca te detenhas!!!.
Madre Teresa de Calcutá
Lenda do algodão

Era uma vez...
Uma pequena aldeia onde o dinheiro não entrava.
Tudo o que as pessoas compravam tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado.
A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a amizade.
Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílios, dava seu CARINHO.
O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão.
Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos sem querer nada em troca.
As pessoas davam seu CARINHO, pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou em outro dia.
Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.
Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA da cidade desapareceu.
Surgiram a ganância, a desconfiança, o primeiro roubo, o ódio, a discórdia, as pessoas se xingaram pela primeira vez e passaram a ignorar-se pelas ruas.
Como era o mais querido da cidade, o garoto foi a primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO.
Isto fez o menino procurar a velha para perguntar-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia.
Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão: pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO.
A todos que dava CARINHO, apenas dizia:
“Obrigado por receber meu carinho”.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta.
Sem que tivesse novamente tempo de sentir-se sozinho e triste alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO.
Um outro fez o mesmo...
Mais outro...
E outro...
Até que a aldeia voltou ao normal!
Jesus Cristo também não nos pediu nada material...
Apenas pediu isto:
“...Amem uns aos outros como Eu amo vocês.” João 15:12
E este foi meu floquinho diário de algodão para vocês!
Bjs do meu para o seu coração
domingo, 7 de março de 2010
Bem-dizendo a mulher

Maria Clara Lucchetti Bingemer - teóloga
Oito de março é dia de festa. Momento de celebrar as guardiãs da vida que estão na origem da mesma e aninham as promessas de futuro em seu útero fertilizado. Momento de celebrar as doces guerreiras que empunham diferentes armas, instrumentos bélicos outros e bizarros para lutar lutas eternas e ganhar guerras que parecem perdidas aos olhos de tantos. Momento de cantar aquelas que sabem transformar dor em alegria, fracasso em esperança, deserto em jardim. É tempo de celebrar de novo, e sempre, a mulher, esta obra prima do Criador. Tempo de bem-dizer.
Benditas as mulheres que consolam agonias recolhendo as últimas mensagens de moribundos para suas famílias; elas diminuem por sua presença e suas palavras os sofrimentos do período de espera, às vezes tão longo e tão doloroso que se passa entre o momento da ferida e a chegada das macas; entre a dor lancinante e o momento em que o analgésico começa a fazer efeito; entre o desespero e o momento exato no qual a luz começa a brilhar no fim do túnel.
Benditas as mulheres que persistem na execução de alguns ofícios humanitários no centro mesmo da batalha, no ponto culminante da selvageria. Mulheres que preferem expor seus corpos e se convertem a si mesmas em alvos, santuários e anteparos para a agressão e a violência. Elas constituem um desafio fulgurante a qualquer selvageria escolhida e imposta pelos mais diversos inimigos, sem perguntas ou atenuantes. Em meio à brutalidade da violência, os serviços de paz desempenhados pelas mulheres levam a marca do carinho e são envolvidos por maternal ternura. Sua eficácia talvez não seja muita, mas a eficácia moral de um símbolo independente da quantidade.
Benditas as mulheres que não têm medo. E que dia após dia, vivendo com amorosa coragem e fazendo outros viver, constituem um espetáculo tão novo, tão significativo e carregado de uma significação tão clara que motiva e entusiasma a outros, levantando feridos à beira do caminho e corações destruídos pela depressão.
Benditas as mulheres desarmadas que têm de seu apenas as lágrimas e o sorriso, e a partir daí conseguem mudar o mundo e nele deixar sua marca. Sua presença delicada e forte faz mais impressão sobre a realidade e o gênero humano do que qualquer outra coisa e faz sentir de maneira nova e inesperada até onde pode a criatura de Deus chegar em termos de grandeza moral e criatividade e gênio para resolução dos mais insolúveis problemas.
Benditas as mulheres atentas e afáveis, que com graciosa presteza se debruçam sobre pequenos e frágeis corpos e mentes, abrindo-lhes os primeiros segredos do universo e iluminando os cantos recônditos e sombrios do conhecimento. Mestras carinhosas e pacientes, vão conduzindo sem pressa os neófitos de todos os gêneros e raças pela estrada luminosa da razão e do amor.
Benditas todas as mulheres que bendizem com sua vida o respeito a toda forma de vida. E que arrumam flores de esplendorosa beleza em canteiros e jardins. E dispõem cores e tramas para criar conforto e bem-estar, assim como para recrear os olhos, reencantando o sentir e o admirar.
Benditas as mulheres que usam com alvoroço inquieto e alegre a língua e os lábios que Deus lhes deu. Assim rezam, assim cantam, assim louvam, assim adoram. Assim enchem a casa, o templo e o ouvido alheio com palavras inspiradas e inspiradoras, provocando fé, reverência e admiração ante a grandeza do Mistério. Benditas mulheres que se comunicam e falam. E falando com a boca, deixam falar o coração. E a boca transborda daquilo que o coração está cheio.
Benditas as mulheres cujas mãos ostentam delicadeza e suavidade. Mas ao mesmo tempo força e trabalho. Benditas mãos femininas que acalentam, ninam, trocam fraldas, fazem e dão comida. E ao mesmo tempo escrevem, digitam, apertam botões. Curam, carregam, constroem, plantam.
No Dia Internacional da Mulher é o momento de celebrar tanta bênção que nos chega através e por esta que é criada por Deus como um preito à vida. Esta que sempre esteve, está e estará presente na história como garantia da continuidade da espécie e da esperança no futuro.
Celebremo-las, pois: Clarices e Marias que suportaram a dor de ver os companheiros torturados e mortos pela violência. Márcias e Ana Lúcias que salvam os filhos ao preço e risco da própria vida. Cleydes e Rosas Marias que fazem do luto interminável e da dor sem remédio matéria-prima de luta vital e transformadora para que outros lutos não aconteçam.
No Dia Internacional da Mulher, louvemos a Deus por sua mais bela invenção: a mulher. E agradeçamos àquele que por amor decidiu, na plenitude dos tempos, ser enviado ao mundo, nascido de mulher.
As mulheres são como as árvores:

(sem menção do autor)
As mulheres são como as árvores:
elas fincam raízes no solo dos nossos corações,
têm paciência e capricho com o próprio crescimento,
seus braços são poderosos e, ao abraçá-las,
nossos espíritos recebem renovadas energias.
Elas amam e cuidam dos seus frutos,
mesmo sabendo que um dia o mundo os levará para longe.
Outras, aquelas que não dão frutos,
oferecem sua sombra àqueles que necessitam de descanso.
Quando açoitadas por fortes ventos da vida,
elas emanam o perfume da força,
trazendo calma por mais assustadora que seja a noite.
Seus corações voam alto o suficiente para
escutarem mais de perto os recados do céu.
Elas oxigenam as ruas das cidades, as avenidas,
os acostamentos de estradas e as
beiras de rios e até as matas.
Elas entendem o canto dos passarinhos e,
mais do que ninguém, valorizam e protegem seus ninhos.
Suportam melhor a solidão e as dificuldades da vida...
Elas nascem em maior número para que o verde da esperança jamais empalideça.
Todas mulheres são árvores...
e que lindas florestas elas fazem.
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